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Marcas e formatos

18 de nov. de 2020
1 min de leitura

Prof. Eduardo Ariel

Marcas, manuais e novos formatos

O tema do post são os brandbooks nas suas versões mais diversas. É possível que tantas outras vertentes não tenha sido mapeadas na pesquisa, porém os exemplos abaixo poderão ser úteis para aqueles interessados nessa ferramenta de Design e de Comunicação.


O primeiro caso é de um site dedicado que assume uma função primordial de brandbook ou brand site:



Existem outros manuais interativos bem interessantes, donde cada um possui uma proposta diferente e criativa - conforme abaixo:


O manual da Cisco foi criado com a ferramenta Lytho que está acessível no link : https://www.lytho.com/brand-center


Seguem abaixo outros exemplos incríveis publicados na ferramenta ISUU:






Um caso interessante e bem inovador está presente no Behance.




Também foi possível encontrar uma versão bem sintética do manual da Cruz Vermelha.



Para encerrar o post, cabe retornar ao clássico





576 comentários


Brandon
Brandon
há 2 dias

Ótima reflexão sobre marcas e novos formatos. Para conteúdos visuais, uma ferramenta para remover sombras de fotos também pode ajudar no acabamento das imagens.

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goudan fu
goudan fu
há 2 dias

Quem mantém marca viva em equipe pequena sente mais falta disso: o site da Netflix como brandbook e a ideia de testar um gerador de prompts de ia mostram que formato não é só PDF. Para quem precisa adaptar logo e tom a cada suporte, uma página com recursos de ia para criação pode encurtar testes. A menção à dendrobium nobile lembra que identidade fluida também é referência de contexto.

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Adorei os exemplos de brandbooks! O site da Netflix é muito bem feito. Vou explorar os outros links e testar um gerador de prompts de ia.

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linda WU
linda WU
29 de set.

Exemplos incríveis! A evolução dos brandbooks inspira muito. Essa identidade fluida me lembra o tom único da dendrobium nobile.

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Allison's point that managers typically peg poor quality costs under 5% while the real figure can run 5-30% of gross sales is the kind of gap that makes you question internal reporting. The idea that the visible waste is only the first 5-10% while the rest hides in turnover, overtime, and customer dissatisfaction reminds me of how horror games unblocked keep the real threat off-screen until it's already too late. I'd be curious whether she saw that hidden 15-25% come down faster through structured process work or through better data visibility.

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